Cadê tua personalidade?


Obs.: A foto da menina de calcinha é exatamente para não fugir total do tema do blog. Agradecida. 
 Tá. Acho interessante deixar claro que não sou uma alienada e que me isolo do mundo e não me preocupo com o que acontece fora do meu quarto. Muitíssimo pelo contrário, me interessa muito saber o que se passa no mundo. E me preocupa ver que uma parte em geral dos jovens, principalmente após as manifestações que ocorreram no começo do ano, saiu por ai dizendo termos sem saber seus respectivos significados. Porém não estou aqui para debater termos políticos, mas quero tentar me expressar em meio de palavras que a maioria dos jovens que tentaram criar uma personalidade através de “decoreba” acabou se tornando a massa mais ignorante.
Vou utilizar exemplos dessa tal mania de querer ser hipster. Que diabos é isso? Bom, não vamos debater o que é hipster, mas vamos chegar a uma conclusão direta: essa mania de querer coisinhas diferentes, do exterior, coisas que não vendem aqui no Brasil, é tão inútil quanto falar um termo, se achando o tal, e na verdade não saber três palavras de duas que você acabou de dizer. Essa vontade de ser diferente comprando importados (EXEMPLOOOOOOO!), por termos um fácil acesso, te torna tão igual quanto os outros que também querem bancar o diferente comprando importados.
Seja mais clara Carol. Juro que estou tentando, em meio esse desabafo, organizar minha ideias para que não entendam errado e saiam falando merda.
Continuando, vou usar outro exemplo que já estão carecas de ver, ou deveriam estar. Meninas, principalmente, não todas em geral. Vocês não bebem Ramones. O baterista do Jack Daniels não morreu. Creio que essa história de usar camiseta do Ramones surgiu após o mundo descobrir que o Harry Styles (1D) gosta da banda. Seu ídolo gostar de determinada coisa não te torna fã, enfia isso na sua cabeça.
A personalidade robotizada (irei chama-la assim) se encaixa nesses exemplos, você tenta tanto se encaixar em determinado meio e deixa de ser você, logo você perde sua personalidade, que deveria ser única e acaba sendo tão igual quanto os outros. Você não precisa estar num meio de amigos onde TODOS, sem exceções, gostam da mesma coisa, basta você respeitar e mesmo assim não perder seu ponto de vista em relação determinada coisa que você pode não gostar, mas seu amigo ama de paixão, e ainda assim saber debater racionalmente sobre. Não digo que não deve ter gostos em comum, muito pelo contrário, a conversa fica até mais gostosa, mas também não precisa concordar com tudo o que disserem a você. Tenha você primeiro sua opinião formada, compartilhe pontos em comuns e debata opiniões opostas. Saia do mainstream e descubra sua verdadeira personalidade.
Para finalizar, gostaria de lembrar que “Hey Ho, Lets Go!” não é uma música. 

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